quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

FAMÍLIAS: GUARDA


REVISTA n. 10 da ATO Escola de Psicanálise de Belo Horizonte, na qual colaboro com o artigo Época de guarda compartilhada

Nele faço um diálogo entre Direito, Arte e Psicanálise, para que possamos pensar juntos nessa guarda que implica uma mudança de mentalidade e continua a depender de uma construção social que envolve outros campos, além do Direito de Família.

O artigo está na seção Interseção psicanálise e direito (p. 133-143) como minha produção do Cartel de Psicanálise & Direito da ATO Escola de Psicanálise.

Divido essa seção com as colegas de Cartel, Rosana Scarponi Pinto (Mais-um) e Carolina Zeferino Bassi.

Aproveito para agradecer aos membros da Comissão da Revista:
Maria de Fátima Andrade Chadid,
Marilia Pires Botelho e
Viviane Gambogi Cardoso;
aos membros do Conselho Editorial:
Wagner Siqueira Bernardes,
Margareth Almeida Khattar,
Marília Dantas,
Marcilena Assis Toledo e
Maria Augusta Friche;
e ao Júnior Sena,
a Andréa Silveira,
ao Igor dos Reis Alcântara,
a Regina Gambogi Alkmim.

👉 A REVISTA n. 10 (eletrônica) da ATO Escola de Psicanálise pode ser acessada pelo link na bio do Instagram da @atoescoladepsicanalise
e AQUI: https://atoescoladepsicanalise.com.br/revista-da-ato.../

Desejo a todos uma boa leitura!

Capa: obra “O nome da rosa” de Lúcia Kubitschek.

sábado, 18 de março de 2023

QUASE OUTONO

 


 
uma flor amarela 
descoberta no tropeço 
quando nada se procura
em um lusco-fusco quase 
com seu umbigo
                 
*
 
Viviane Moreira
março de 2023 

Imagem: um pedaço do céu de um belo horizonte

terça-feira, 18 de outubro de 2022

A criança e o Édipo

 Aquele que entende (1934) - Paul Klee.

Édipo, o condenado da família dos Labdácidas, do grego "Oídipous", que significa pés inchados. Quando nasceu, Laio, seu pai, amarrou os tornozelos do bebê para que fosse sacrificado e o entregou a Jocasta, sua mãe, que por sua vez o entregou a um pastor para que este o abandonasse nos precipícios do monte Citéron. Entretanto, o pastor confiou o bebê a outro pastor que o entregou a Pôlibo, rei de Corinto, que se tornou seu pai. Pôlibo e Mérope o receberam como um presente dos deuses, e o amado bebê foi educado como um príncipe. Quando adulto, um rumor sobre sua origem o perturbou e, então, Édipo partiu para Delfos para consultar o oráculo. Soube que mataria seu pai e desposaria sua mãe e, desejando afastar a maldição de si, deixou Corinto. Guiado pelas estrelas, foi para um lugar distante de seus pais adotivos, mas, em uma encruzilhada, onde não havia passagem para todos, encontrou Laio, vindo de Tebas e indo para Delfos. Houve uma briga e Édipo matou Laio. Depois, seguiu para Tebas. Na entrada da cidade, havia um ser que a guardava, era macho e fêmea, a Esfinge, que desafiou Édipo com um enigma logo decifrado por ele. Édipo se casou com Jocasta, e Tebas, governada por ele, foi libertada; seus cidadãos, unidos pelo rei. Com Jocasta, Édipo teve quatro filhos: Etéocles, Polinices, Antígona e Ismênia. Dos filhos, foi pai e irmão.

 
*
 
O complexo de Édipo está na origem da estruturação psíquica das famílias e na passagem à cultura. Opera-se na relação da criança entre a mãe e o pai. Este tem uma função de interdição que impõe um limite na relação entre a mãe e o filho, para que o filho possa fazer sua passagem para o desejo. O limite do pai para a mãe e para o filho se inscreve como lei simbólica no psiquismo de cada sujeito e, assim, a Lei simbólica funda todas as leis.
 
**
 
Recorte do texto da minha monografia Guarda compartilhada e parentalidade: uma construção social. 
 
Um diálogo entre Direito, Psicanálise e Arte, a partir do qual o instituto da guarda compartilhada é proposto como uma contribuição aos sujeitos na parentalidade e à constituição da criança como sujeito desejante e sujeito de direito.
 
Pós-graduação em Direito de Família e Sucessões. 
 
Coordenadores: Daniela Mucilo e Rodrigo da Cunha Pereira.

Orientador: Professor Ronny Max Machado.

Instituto Damásio de Direito - IDD.
Faculdade IBMEC - São Paulo.

(2022)

 

 

terça-feira, 11 de outubro de 2022

A criança e o seu corpo


Claude e Paloma desenhando (1954) - Picasso.
  
O sujeito de direito é sujeito desejante é sujeito de linguagem é sujeito do inconsciente e tem um corpo. Não nasce sujeito. Como bebê, depende totalmente dos cuidados da mãe, ou de quem a substitua; cuidados que satisfaçam as suas necessidades. Nas trocas de cuidados no corpo a corpo entre a mãe e o bebê, há o olhar, a voz, o tato, as palavras que se constituem como traços que deixam marcas no corpo do ser que ainda não é sujeito. Para se constituir sujeito, o bebê precisa de um lugar no desejo dos pais. Embora o bebê não seja um sujeito, ele é suposto como tal e, embora não fale, também é suposto como sujeito de linguagem. A mãe, ou alguém que se encarregue dos cuidados com o bebê, a partir de um desejo singular, acolhe o bebê no seu desejo, acolhe um suposto sujeito e, assim, vai interpretando o corpo, as vivências e suas produções, estabelecendo com ele uma relação em que se opera a transmissão da linguagem.

O corpo freudiano não é um corpo organismo. É um corpo pulsional. A articulação entre o corpo do bebê e a palavra é realizada pela mãe, ou por quem a substitua, podendo ser, por exemplo, o pai solo. Para Lacan, essa é a "função materna". O bebê humano é lançado no mundo da linguagem, embora não tenha ainda um corpo que ele reconheça como seu, mas seu corpo se constrói a partir das experiências nas trocas de cuidados com a mãe e com o pai; assim, a sexualidade entra em cena desde o começo da vida.

*

Recorte do texto da minha monografia Guarda compartilhada e parentalidade: uma construção social. 
 
Um diálogo entre Direito, Psicanálise e Arte, a partir do qual o instituto da guarda compartilhada é proposto como uma contribuição aos sujeitos na parentalidade e à constituição da criança como sujeito desejante e sujeito de direito.
 
Pós-graduação em Direito de Família e Sucessões. 
 
Coordenadores: Daniela Mucilo e Rodrigo da Cunha Pereira.

Orientador: Professor Ronny Max Machado.

Instituto Damásio de Direito - IDD.
Faculdade IBMEC - São Paulo.

(2022)
 


segunda-feira, 18 de abril de 2022

Famílias: guarda compartilhada e parentalidade

Capa - (Arquivo pessoal)


Uma contribuição para pensarmos a guarda compartilhada e a parentalidade na perspectiva de uma construção social. 

Um diálogo entre Direito, Psicanálise e Arte.


*

Coordenadores da Pós-graduação em Direito de Família e Sucessões:
Daniela Mucilo e Rodrigo da Cunha Pereira.

Orientador: Professor Ronny Max Machado.

segunda-feira, 21 de março de 2022

sábado, 5 de março de 2022

UM SONHO DE CARNAVAL



eu carregava o trabalho de um colega para entregar na universidade 
o trabalho caiu inteiro no chão como se fosse um dente
não era de cimento o chão era de terra 
na verdade era de areia eu olhava pra areia pro vento pro lugar 
para meus pés isso olhava para aquele lugar 
o trabalho estava na beira de um rio de águas escuras 
havia se partido em dois 
uma parte com imagens e outra parte com palavras
porém as imagens se desprenderam das palavras glup 
e essa parte caiu no rio não consegui salvar nem uma imagem sequer 
na verdade nem tentei  
vi que essa parte não era metade da outra era mesmo uma outra parte 
só com palavras e peguei essa parte e limpei a areia 
que havia grudado um pouco e ficou tão bonita assim 
depois de ter entregado o trabalho dele e o meu 
sim entreguei o dele e o meu fui à casa dele 
contar o que tinha acontecido 
então a mãe dele me recebeu e falou que ele não estava etc. 
etc. 
ah então tá não seremos amigos fui embora mas não sei o que houve
voltei àquela casa e xinguei a mãe todinha e xinguei mesmo como nunca havia xingado uma mãe loura que só lava o cabelo no salão


*

Viviane Moreira
um sonho de carnaval em balaiodavivi.blogspot
:: série fim do mundo ::

domingo, 6 de fevereiro de 2022

UMA CIDADE

 


talvez uma cidade com ruazinhas alegres estivesse em mim antes mesmo de possuí-la com meus pés não sei essas coisas a gente nunca sabe volta e meia essa cidade vem em meus sonhos em imagens ou com seu nome ela vem com o som do seu nome ou somente com as letras que se juntam e formam o seu nome ou com as letras que se separam e formam outros nomes em geral letras formam palavras que viram outras palavras que não se cansam de virar outras e talvez depois dessas coisas das palavras possa existir dentro da gente pelo menos uma cidade com ruazinhas alegres

*

Viviane Moreira

uma cidade em balaiodavivi.blogspot

:: série fim do mundo ::

domingo, 2 de janeiro de 2022

BRANCOS EM COPACABANA

 


Montparnasse, uma palavra comprida como Copacabana, mas nunca vem fácil como Copacabana.

As imagens do lugar vêm e o lugar vem com a força dos livros desde quando a palavra ressoou em mim pela primeira vez.

Um professor do direito, que adorava prova oral, dizia que o branco era coisa de aluno que não estudava. Como assim? Prova oral é só uma prova.

Acontece de a gente saber exatamente em que livro a palavra está e em que parte do livro ela está e a gente até sabe por que a palavra está lá, mas ela não vem.

Por exemplo, Montparnasse está nas obras de Simone de Beauvoir. Lembro-me da palavra em uma obra do Hemingway - citado por Simone como uma influência - e conheço Montparnasse, não toda, com meus próprios pés, mas quando preciso dela, ela não vem. Dá branco.

As leituras, as paisagens, as ruas, o vivido ou o sonhado estão submersos no meu branco. Estão ali em um lugar que vai para o semblante do outro.

Sim, o branco é meu, no entanto, está no outro que me olha com a textura da mancha do branco.

Por que uma palavra escolhe aparecer pra gente no branco?

Não sei, mas pensei em reler A força da idade - capa dura - da Simone, claro.


*

Viviane Moreira

brancos em copacabana em balaiodavivi.blogspot

:: série fim do mundo :: 

imagem: Avenida Atlântica - Rio de Janeiro


segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

CLAQUETE 20



quem

falta

não

faz

falta


*

Viviane Moreira

claquete 20 em balaiodavivi.blogspot

:: série fim do mundo ::

imagem: maquete do castelo de Kronborg - Helsingor (Dinamarca)

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

CLAQUETE 2

 


o jardim

quero ficar 

com ele um ato

falho no fim

do mundo


*


Viviane Moreira

claquete 2 em balaiodavivi.blogspot

:: série fim do mundo ::

imagem: maquete do castelo de Kronborg - Helsingor (Dinamarca)


terça-feira, 24 de agosto de 2021

TRÊS GOTINHAS DE ADOÇANTE




esse papo de falo não dá 
não quero ser seu fado 


*

Viviane Moreira 

três gotinhas de adoçante em balaiodavivi.blogspot

:: série Amor em Pedaços & Versos ::

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

CINEMINHA MUDO



importa sim que você veio
duas cidades me disseram isso
uma delas, Paris
 
*
 
Viviane Moreira 
cineminha mudo em balaiodavivi.blogspot 
imagem: Museu d'Orsay - Paris

sábado, 3 de julho de 2021

UMA SEXTA



ou um sábado ou um domingo ou mesmo uma segunda-feira
em uma cidade que meu pai queria muito conhecer
um lugar longe uma viagem em 2018
tão distante
estávamos eu meu pai irmã sobrinha
havia uma italiana alegre como costumam ser os italianos
não era a garçonete que nos atendia era uma outra
que ao passar entre as mesas ouviu nossa conversa
aproximou-se e nos perguntou se éramos
mineiros - nós
por acaso somos
perguntei se conhecia Minas
ela por acaso namorei um mineiro
nós ah
ela sim e passei um bom tempo indo e vindo
ah sinto saudades de Minas
eu mas de onde você é
ela de Veneza
e o que te trouxe para Oslo foi um outro amor
ela não
o dinheiro
 
*
 
Viviane Moreira 
uma sexta em balaiodavivi.blogspot 
imagem: Oslo - Noruega

sábado, 24 de abril de 2021

TALVEZ NO FIM DO MUNDO

 

                                                                     Collage 4/6

com celular pendurado no pescoço dentes clareados queixo simétrico testa lisa quadrada nariz que duvida do cheiro cabelo castanho bem cortado com cachos domados um topete teenager divertido sorriso de macho novo olhos molhados um vermelhinho não sei onde orelhas bem feitas dedos compridos não são bonitos cotovelos de quem gosta de cotovelos hidratados com uma mochila roxa nas costas meio fechada meio aberta com setas douradas e mais coisas nas costas de colete amarelo t-shirt branca estampada com asas abertas em silk azul claro para fora da calça jeans com barras dobradas sem relógio sem boné porque nunca usa boné nem camisa de time de futebol nem sapatos enfim chega Eros: posso?

*

Viviane Moreira

talvez no fim do mundo em balaiodavivi.blogspot

:: série fim do mundo ::

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

RETINTA

Collage 1/6

com El Greco e Matisse 
no mesmo verão
contra a morte

*

Viviane Moreira
retinta em balaiodavivi.blogspot

:: série fim do mundo ::

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

UM BONSAI NA JANELA


Collage 2/4

O relógio azul-calcinha sobre o micro-ondas na quina da bancada onde eu cresço sem me podarem marca 6h45. Ela chega.
 O barulho da água, o primeiro som do dia.
 Ela enche a chaleira para fazer o café.
Nenhum cãozinho na cena.
Às 8h15, chega a loura que trabalha aqui e me dá "bom dia" e mais água do que preciso. Sempre.
Transbordo.
Depois do meio-dia, ela passa por mim mas nem te ligo e fala com a loura que "água demais afoga, entende?"
 Tarde longa com a loura e o telefone e a bina.
 "Quer apostar que são eles? Lembra-se do 11? Aquele que falou 'tia, vim passar o Réveillon contigo'. Achei que era um amigo paulista e dei corda, mas quando ele disse meu nome, quando ele disse, me dei conta de que não estava falando com meu amigo porque esse meu amigo só me chama de Lora. E o 85, o cearense? Disse que eu tinha ganhado na loteria sem eu ter jogado e quase acreditei."
 Por volta das 15h45, a loura já foi embora.
Nenhum cãozinho comigo. Não sei por que me queixo da falta de um cão. Como seria o olhar dele para mim? Faz dez anos que estou no mesmo lugar.
 Entre as 19h e as 19h30, ela passa por mim nem te ligo de novo. Vai ler os recados e checar os e-mails.
   Depois das 22h, ela me refresca com jatinhos de água, cochicha comigo e arruma minhas folhas como se penteasse o cabelo da cor de mel.
 O invisível pisca com o calor do gesto.
 Ela entende o que não digo?
 Só sei que cresço e cada dia mais eu cresço e já não sei o que sou.
 
*
Publicado em Jurema, este meu.
Obra coletiva com contos e poemas sobre o cotidiano, com edição e organização de Carina Gonçalves.
    Projeto gráfico de Elza Silveira, ilustração da capa de Guilherme Toledo, revisão de Diogo Rufatto.
Impressões de Minas Editora, Selo Leme. 
Belo Horizonte (2019).
 
**
Mais sobre Jurema, aqui: 
https://balaiodavivi.blogspot.com/2019/02/jurema-o-livro.html
 



sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

PULSE & CREAM

Arte: Edson Chagas


por causa do David Banda Madonna se mudou para Lisboa e uma superfã da direita brasileira Dona Lanna foi morar em Portugal onde a geringonça tem dado certo mas não deve ter sido fácil para Dona Lanna nem para tantos brasileiros se mandarem para um país socialista depois de elegerem o candidato da extrema direita no Brasil e essa relationship acabou sobrando para os portugueses e a vida também não anda fácil para os eleitores da única mulher que chefiou o Executivo no Brasil e foi afastada do cargo por algo que teria sido o que nunca foi e no dia 31 de agosto de 2016 tirar a presidenta do poder foi tão it’s a piece of cake e nesses tempos nada sei sobre o estado da lombar dos eleitores da direita e dos eleitores da esquerda mas sei que a lombar é uma região com apenas 5 vértebras grandes entre as regiões torácica e a sacrococcigiana e uma inflamação no cóccix por má postura requer em alguns casos mais de 30 sessões de fisioterapia e uso constante de uma almofadinha com suporte de nádegas mas não sei se o cóccix amortecido daria conta do resultado da pesquisa em que os 22 homens mais ricos do mundo detêm mais riqueza do que todas as mulheres que vivem na África e ainda assim não perderia a alegria do tio Fabinho quando foi ao dentista e soube que não precisaria de tratamento de canal no canino superior esquerdo pois sua alegria passou a ser minha em algum lugar onde a memória tem forma de anéis


*

Viviane Moreira
pulse & cream em balaiodavivi.blogspot

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Poemas na Ruído Manifesto


VERMELHO E VERDE

o lusco-fusco na minha retina
o seu desprezo – não por mim
eu sei – agressiva fico às vezes
e sim pelo que sei minha santa francesa
adolescente fechava o tempo também e
mulher que não feche o tempo não sei
se há, meu bem,
mas sei que da minha ousadia polida você
finge que gosta dos meus silêncios estridentes você
foge dos meus errinhos tristes você
ri e ri eu sei sua coragem não vem dos meus medos
(e o seu gestual ensaiado e o seu bom
senso de todas as horas? nem ligo)
ah, meu bem,
e se pudéssemos estar um com o outro
descobertos
dançaríamos um tango?
1-       2-       3-       4-       5…
acomodação…
6-       7-      8
numa noite tola de horas tortas
se pudéssemos, na nossa nudez
desabrigada
ainda

*

Quatro poemas meus, aqui:

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Jurema na rua

Foto: Ignácio Costa


Um instante fofura do II Festival Livro na Rua - FLIR 2019 - realizado nos dias 23, 24 e 25 de agosto na simpática rua das livrarias de Belo Horizonte, Fernandes Tourinho. 

Realizado pela Quixote, com curadoria de José Eduardo S. Gonçalves. 
A Impressões de Minas Editora esteve presente.

Jurema foi lançada este ano, em Belo Horizonte, na Feira Textura, na programação do Verão Arte Contemporânea - VAC. Uma obra coletiva com poemas e contos sobre o cotidiano. 

Livro publicado pelo Selo Leme, da Impressões de Minas Editora. Ilustração da capa de Guilherme Toledo, projeto gráfico de Elza Silveira. Edição e organização: Carina Gonçalves.

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